Harry Potter e a Tocha Verde
Capítulo 1: O último começo.
Um garoto magricela com uma cicatriz em forma de raio estava deitado na sua cama dura da quieta e trouxa Rua dos Alfeneiros.Era 30 de Julho e em alguns minutos a vida de Harry Potter iria mudar como nunca.E, pensando nisso ele lembrou de todas suas aventuras e de como sua vida mudara, pensou que não queria ser um bruxo maior de idade pois isso significava, especialmente para ele, possibilidade de morte.Há dois meses ele havia perdido uma das pessoas em quem ele mais confiava no mundo: Alvo Dumbledore e há um ano mais ou menos, havia perdido seu padrinho Sirius Black.Harry se sentia furioso.A causa a qual ele servia não era mais uma brincadeira, em um minuto seria seu futuro pois em um minuto sua proteção seria finalizada e ele estaria completamente só com sua maioridade.
O relógio do Tio Valter soou meia noite e Harry se levantou para olhar a janela: viu nove vultos distintos e começou a se amedrontar.Enfiou a mão no bolso e apertou com força sua varinha.Sentiu o corpo todo tremer quando as luzes lá fora começaram a se apagar.
De repente Harry ouviu um barulho mínimo e as luzes começaram a se apagar, então ele ouviu um sussurro:
-Silêncio!Se os trouxas nos ouvirem podem fazer escândalo e alertar os comensais.-disse a conhecida voz do Sr. Weasley
-Está bem papai...está bem - agora, Harry reconhecera a voz de Ronald Weasley seu melhor amigo desde o primeiro ano em Hogwarts
-Harry!Harry! - esganiçou-se uma voz que Harry reconheceu como a de Hermione
-Shhh...Gente, o que vocês estão fazendo aqui?
-Viemos te buscar Harry!- disse Mione
-É e não podemos demorar: axamos que os comensais fariam o mesmo - Vamos - acrescentou Rony.
Harry foi recolher seu material, mas não sabia por onde começar.Ele nunca havia sido muito organizado e o quarto estava uma tremenda bagunça.Então ele lembrou: Era maior de idade...Podia fazer magia...Então disse Fazer Malas e tudo voou pra dentro do malão que estava no canto do quarto.
-Wingardeum Leviosa - falou apontando para o malão e para a gaiola de Edwiges e tudo levitou pela janela, alcançando os nove bruxos lá em baixo.
Dando a última olhada no quarto que não precisaria dormir nunca mais, Harry sorriu e se sentiu, pela primeira vez em alguns meses: Feliz.Escreveu um recado rápido à Tia Petúnia avisando o acontecido - claro que ela não se importaria, mas já que Harry precisaria voltar uma vez por ano aquele local pra manter a mágica que lhe protegia ele escreveu:
Tia Petúnia,
Como sou maior de idade no...meu mundo, fui embora.Não ficarei nunca mais um verão inteiro aqui.Espero poder visitá-la ás vezes pois...a senhora sabe...isso tem me ajudado.Obrigado por tudo e até mais!
Harry
É, estava bom e não dava grandes informações.Harry deixou o bilhete em cima da cama e saiu pela janela silenciosamente com sua Firebolt para a noite estrelada, quando seus pés tocaram o chão, Harry pode reconhecer os rostos que a noite não o deixou perceber:
Além do Sr. Weasley, Rony e Hermione, estavam ali: Remo Lupin, Ninfadora Tonks, Carlinhos Weasley, Molly Weasley, Rúbeo Hagrid e Minerva McGonagall: algumas das pessoas que Harry mais gostava no mundo.
-Pra onde vamos - perguntou Harry
-Pra casa do Rony, mas não faça perguntas ainda - disse Mione sobre o olhar de Harry
-É cara, ouve a Mi, ela tem razão...
-Tá bem - disse Harry enquanto caminhava - Espere aí...Mi?
-Hum...é que...- disse Rony meio desconcertado
-Nós estamos namorando- disse Hermione prontamente
-O que como assim? - perguntou Harry
-É...e... - disse Mione corando - Parabéns Harry!Agora você é maior de idade!
-É...Ei!!Por que não aparatamos?
-Como não pensei nisso! - disse o Sr. Weasley - Vamos para A Toca.
Aparatar era a coisa mais difícil que Harry sabia até então.Pelo menos uma das mais difíceis.Quer dizer, sumir em um lugar e aparecer em outro era realmente trabalhoso, mas pensando nos 3 D da aparatação ele chegou A Toca.
Capítulo 2 : O encontro dos Passados
A Toca não mudara muito desde sua última estada. A cozinha dos Weasley tinha o mesmo aspecto velho e pobre que Harry conhecera. Harry olhou em volta e localizou em fração de segundo o relógio especial de que gostava muito na casa dos Weasley.
O relógio, que costumeiramente possuía 9 ponteiros com cada integrante da família Weasley, possuía agora mais dois ponteiros. Um com o nome de Fleur e outro com o nome de Hermione. Isso lembrou a Harry um assunto q estava em sua memória, incomodando-o desde sua descoberta.
- E então Mi, me conta como foi o inicio do seu namoro com o Rony.
- Ahn...-começou a garota corando tão repentinamente que lembrava muito a Rony.-Começou no fim do ano, quando Rony veio falar comigo e me pediu...é...você sabe.
- Em namoro. Ta. Você aceitou. Mas e o Krum?
- Eu estive em contato com ele no inicio das férias e ele me disse que nós dois não daríamos certo porque...
- Porquê?-Indagou Harry certo de que a garota ficaria extremamente encabulada.
- Porquê ele já havia encontrado uma pessoa e iria...e iria se casar.
- Uau - disse Harry com uma expressão de surpresa e riso no rosto. - E você Rony, Por quê não me escreveu contando as novidades?
- Bom, em primeiro lugar - começou Rony, parecendo extremamente cauteloso com as palavras. - Não tivemos tempo. Eu e a Mi estivemos saindo muito, agora que papai está ganhando um salário decente. Tenho conseguido bancar algumas saídas. Segundo - continuou ele como se não visse a expressão de riso que voltava a aflorar o rosto de Harry. - Não saberia nem por onde começar né?
- Ok. - disse Harry caindo na risada, fazendo com que Rony corasse de tal modo que seu cabelo combinou incrivelmente com sua face sardenta.
- E o Gui? - Começou Harry, mas o restante de sua frase ficou perdida no ar, graças a entrada de duas garotas à porta da cozinha. Uma alta, cabelos loiros que seriam capazes de ter luz própria ao luar. Simplesmente radiante, Fleur vinha acompanhada por Gina, uma garota de cabelos cor de fogo, porte médio, muito bontia e também muito popular.
- Oi Arry! Como tem passado?
- Oi Fleur. Seu inglês melhorou a beca nesse verão. - Disse Harry sem tirar os olhos cor de esmeralda do rosto cabisbaixo de Gina.
- Gui tem me ensinado muito desde que casamos. Esse novo costume dele de apenas comer carrne tem me feito passar dias e dias cozinhando, e com isso prraticamos o inglês. No momento ele deve estarr no Grringotes, trrabalhando como um escrravo, coitado.
- Bom saber que ao menos ele está bem. Aquela mordida de Grayback não passou de um susto então né? - Disse Harry forçando um pequeno sorriso.
- Acho que sim. - Disse Fleur abrindo um largo sorriso.
- Harry, podemos conversar? - Disparou Gina, abruptamente.
Quando Harry olhou em seus olhos, viu que haviam lágrimas naquele olhar receoso.
- Claro Gina. Diga. - Disse Harry, tentando manter a voz calma e o olhar fixo.
- Desculpe se não deixei transparecer Harry, mas quero falar com você em particular.
Capitulo3: A Descoberta
Harry e gina sairam do quarto e desceram as escadas em direção a cozinha, não havia ninguém la então gina virou-se para harry e o olhou fundo nos olhos antes de dizer:
--Sinto sua falta, harry, ela disse com um tom choroso
--gina... começou harry, mas gina o interrompeu:
--sim, eu entendo mas eu juro harry q não me importo. Quero fika com vc
--eu jamais me perdoaria se algo acontecesse com vc por minha causa, e gina esse ano eu não estarei em hoqwarts , não poderei t proteger se algum comensal da morte vier atrás de vc, e ainda mas agora q dumbledore.....
--é..agora q ele c foi......hogwarts não e mais segura...mas harry onde vc vai?
--ah..presciso terminar algo q dumbledor começou....tipo uma missoa
--entao eu vou com vc-disse com firmeza
--não-harry disse, serio. E perigoso demais, por favor entenda
-- e se algo acontecer com vc?
harry a abraçou e disse em seu ouvido: eu volto. Prometo
--vou te espera-e deu um beijo em harry.
Choveu muito daquela noite, mas harry não conseguiu durmi, pensando em como diria a todos q precisava parti, q não sabia quando voltaria. Mas uma coisa ele tinha certeza, q a qualquer custo ele voltaria, e mataria aquele q destruiu tantas famílias inclusive a dele próprio. Mas teria que fazer isso sozinho, não posso levar rony e hermione comigo, eles não podem se sacrificar dessa forma por mim. Pensou
Na manha seguinte harry acordou com rony ao seu lado com uma cara seria.
--q foi? O q q aconteceu?
--E o monstro, ele voltou para a casa dos black para pegar alguns objetos q ele queria de la.
E não ta querendo sair, vc vai precisar voltar la e manda-lo largar aquelas coisas, e voltar pra hogwarts
Harry fikou em silencio. A ultima coisa q ele queria e voltar para aquela casa.
harry querido, senhora weasley havia chegado-rony jah te contou?
--sim, mas algum de vcs não podem trazer monstro aqui?
--não querido vc vai ter q ir ate ele, se arrume depressa pq Lupim jah esta saindo.
Dez minutos depois harry estava frentre a lareira dos weasley pronto para usar o pó de flu. Ele jah era maior de idade mas a casa dos black e a dos weasley tinham sido protegidas por magia tornando impossível aparatar.
--pronto harry?-perguntou Lupin olhando-o atentamente
harry afirmou com um gesto.
Eles entraram na lareira e harry sentiu aquela sensação desagradável que o pó de flu dava, mas sabia que parte daquela sensação não estava ligada a isso.
Eles saíram da lareira e ao chegar la, harry deu de cara com a tapeçaria da família black. Harry a observou e derrepente se deu conta de algo inacreditavel.
Bem no final da tapeçaria estava escrito em letras grandes e pretas um nome q lhe despertou algo na memória: regulus arcturus black.
Capítulo 4: Descoberta e Retorno.
Harry não podia se conter com a descoberta...Fazer Monstro se livrar dos pertences fora o mais fácil: ele era obrigado a obedecer Harry ainda que tivesse saído dizendo palavras ofensivas quando voltou para Hogwarts:
-Esse pirralho que mancha o nome da minha família...Oh!Pobre senhora!Se soubesse que Monstro tem que obedecer a esse fedelho de sangue sujo...e á esse mestiço que obedece a lua...Ah!Se a minha senhora soubesse!
Harry realmente não se importava com Monstro...Tudo que importava era chegar á Toca e contar tudo pra Rony e Hermione.Porém, o medo se apossou de Harry quando ele pensou consigo: "Terei que abandonar á Toca...essa semana ainda...preciso de mais informações e não posso ter muito mais tempo..." e se lembrou das vezes que ele demorava a fazer as coisas - como os deveres ou como levou muitas semanas pra se concentrar em decifrar a pista do ovo de ouro alguns anos antes.Mas agora o assunto era sério - era matar ou morrer - pensou Harry ainda que achasse um tanto melodramático.
Ao chegar á Toca ele mal pode se conter:
-Rony!Hermione!Gente!Vamos, vamos subir eu tenho que contra algo á vocês.Vamos! - ele estava eufórico.
-O que aconteceu Harry?- perguntou Hermione que estava completamente sem ar quando chegaram ao quarto de Rony.
-Eu descobri...quer dizer...eu acho que descobri.
-Descobriu o que cara? - perguntou Rony
-R.A.B!
-Como assim?
-Eu fui para a casa dos Black pra tirar as coisas que Monstro estava roubando e.quando eu olhei aquela tapeçaria.bem.me deti num nome que estava lá saindo dos pais de Sirius e ao lado do nome dele...
-Harry...eu não estou entendendo nada!
-Régulus Arcturus Black.
-Como?- perguntaram Rony e Hermione ao mesmo tempo
-Régulus Arcturus Black...Aquele Régulos que serviu Voldemort...o irmão de Sirius...o irmão que morreu!
-Harry...você tem certeza? - perguntou Hermione que parecia ter levado um choque.
-Absoluta!E vocês lembram do Sirius falando dele...Gente eu descobri!Agora eu preciso fazer algumas perguntas pro Moody ou pra McGonagall...Provavelmente eles vão saber mais...eu só preciso ser discreto...mas...como?
-A gente te ajuda Harry! - se ofereceu Rony - É claro!Lembra?Dumbledore disse pra você confiar na gente e você pode confiar. - disse em um tom um pouco mais orgulhoso.
-Está bem...então temos que planejar como...
Mas Harry não consegui completar a frase pois houveram algumas batidas na porta e a Profª McGonagall entrou no quarto:
-Potter, eu preciso falar com você.
-Pode falar, professora.
-Em particular, Potter.
-Pode falar professora.Nada que eu saiba eu vou omitir do Rony ou da Mione.Tudo que eu souber eles também saberão.
-Então o senhor conte á eles depois...Eu irei mandar o recado á você e apenas a você assim como foi pedido.
-Está bem então.
Rony e Hermione saíram e Harry deu uma piscadela pra eles como quem diz - "depois eu conto tudo em detalhes".
-É um recado do Prof° Dumbledore.Ou melhor...do quadro dele.Ele disse que quer que você retorne á Hogwarts.Não importa o quanto você possa achar que não deve.No dia 1° de Setembro você têm que embarcar no Expresso de Hogwarts.Ainda que seja o único.
-Professora...Como assim?Eu...
-Os quadros dos diretores tem...hum...pensamento próprio Harry.São como pessoas porém nas pinturas...Você sabe...viu-os indo atrás do Sr. Weasley no ano retrasado...Eles pensam.E o quadro do Prof° Dumbledore me pediu pra dar esse recado.Está dado.Estou indo estou um pouco apressada...Medidas de Segurança agora que sou a nova diretora.Não tenho tempo pra mais nada...bem...até 1° de Setembro Potter!
Harry não tinha o que dizer...Por que Dumbledore queria que ele voltasse pra Hogwarts?
Capítulo 5: De volta ao Departamento de Mistérios.
O pensamento de qual o motivo verdadeiro de dumbledore querer que ele, Harry, voltasse ao lugar mais repleto de más lembranças que Harry possuía no momento atormentou os dias que se seguiram a Harry. As manhãs pareciam protestar contra algo. Os dias amanheciam frios e terminavam de maneira congelante. Não havia muito com que se divertir nesses tempos, mas mesmo que tivesse, duvidava que conseguiria se destrair por tempo suficiente para pensar em Quadribol ou outro jogo. Ele havia, é claro, contado para Ron e Hermione sobre o que McGonagall dissera, e a expressão dos rostos deles se assemelhava à dele.
- Hogwarts? Mas para que ele quer que você volte lá Harry? Será que tem algo a ver com os Horcruxes? - disparou Rony assim que o garoto acabara de contar a história. - Será que ele achou mais um?
- Deve ser algo parecido Harry...Lembra que Dumbledore disse a você que Voldemort presava muito Hogwarts, e que escolhera provavelmente objetos dos quatro fundadores para se transformar em Horcruxes?
- É...-disse Harry distraido. Não conseguira pensar em mais nada o verão inteiro. Horcruxes.-Olhem, eu estou muito cansado, falo com vocês depois ok? Rony, vou subir pro seu quarto. Tem algum problema?
- Nam...Relaxa. Eu vou fikar aqui um poko com a...
- Com a Mione. Ok...- completou Harry com um sorrisinho sacana no rosto.
Harry teve uma noite inquieta. Seus sonhos, embora não os entendesse bem, levava sempre a uma porta, novamente ele tinha certeza, do Ministério da Magia. Lembrava-se de ter visto aquela mesma porta a mais ou menos dois anos, no dia em que perdera seu padrinho.
O dia seguinte amanheceu cheio de luz e Harry, que dormira poucas horas, se levantou cedo, decidido. Desceu sorrateiramente pelas escadas, para que não reboassem e viu que a luz da cozinha já estava acesa, para seu alívio.
- Sra. Weasley, preciso falar com a Senhora. Posso?
- Bom dia Harry querido. Claro que sim. Posso ajudar?
- Ah, bem...na verdade, depende.- respondeu Harry, fzendo com que as sombrancelhas da Sra. Weasley levantassem desconfiadamente.- É que eu preciso ir novamente ao Departamento de Mistérios, confirmar uma suspeita.
- Harry querido, não posso te obrigar a nada, nem, do mesmo modo, te impedir de fazer alguma coisa. Porém, se pergunta minha opinião, é que você não fassa isso. Há muitas coisas naquele lugar que devem ficar guardadas a sete chaves e muitas das quias interessaria um garoto de dezessete anos.
Harry não soube o que responder. Precisava ir ao Departamento de Mistérios.
- Me desculpa Sra. Weasley, mas eu prciso realmente ir até lá. Há, necessariamente uma razão pelo que quero. E não gostaria de que Ron e Mione fossem comigo. Se eu colocasse...
- Se você colocasse Harry? - Indagou uma voz atras de Harry que o vez pular de susto.
- RON! Que que você está fazendo acordado agora?
- Isso não vem ao caso. Onde que você pensa que vai sem eu e a Hermione?
- Ron, olha...- disse Harry, em tom de quem se explica.
- Olha nada cara. Estamos com você desde nosso primeiro ano, não vamos te deixar na mão. Nem eu, nem...
- Nós - disse 2 vozes femininas na porta da cozinha. Hermione e Gina estavam prontas, do mesmo modo que Harry e Rony. - Então, quando vamos?
- Ahn...disse Harry, mas sem se dar o esforço de esperar que, dessa vez, as duas e Rony cedessem a sua vontade. - Ok, agora então?
As duas abriram um sorriso tão grande, que mostrava com clareza, a vitória.
Capitulo 6: Um gigante casamento
Antes de partirem para o Departamento de Ministério, eles teriam que aguardar até a noite, pois havia gente trabalhando lá, e eles tinham duvidas de que eles os deixariam passar.Sendo assim, sentaram-se na mesa da cozinha para tomar o café da manhã.
-O que você pretende fazer no Departamento do Ministério, Harry? Perguntou Gina.
-Preciso confirmar uma dúvida. Respondeu Harry.
Gina o encarou com um olhar de interrogação, não sabendo ao certo se deveria continuar.Depois de um suspiro ela disse:
-Vou subir.Tenho coisas para guardar antes de partirmos.Subiu as escadas sem olhar para trás.
-Harry meu garoto!disse o Sr Weasley ao entrar na cozinha.
-Isto chegou para você! e mostrou uma carta, com um aspecto meio amassada. Harry agradeceu, abriu a carta e a leu, com as cabeças de Rony e Hermione logo atrás.
Harry!
Aqui é o Hagrid, queria avisar para você que o meu irmão irá se casar!Isso mesmo, ele encontrou uma descente giganta a quem passar a vida, e partiu (harry notou algumas lágrimas naquele ponto).Mas não tem problema, espero que ele seja muito feliz,
Hagrid
ps: não se meta em confusão.
Harry leu a carta, e gostou da noticia de que o irmão de Hagrid iria se casar. O dia passou agitado, a noite chegou rápido, e já estava na hora do quarteto partir para o Departamento do Ministério.
Capítulo 7: Em busca do desconhecido.
Harry estava meio confuso: Por um lado estava muito feliz - afinal Grope, o irmão de 6 metros de Hagrid ia se casar (e Harry com um certo remorso - sentia muito alívio com essa notícia), mas, ao mesmo tempo havia um problema: O Departamento de Mistérios tinha tirado o sono de Harry naquela noite.Harry não sabia como explicar para Hermione, Rony ou sequer pra Gina o que estava sentindo.Ele achava que não seria muito agradável voltar ao local onde Sirius havia sido assassinado.Seu estômago estava dando aqueles conhecidos solavancos e Harry sentia um pouco de medo.
-Harry, o que nós vamos fazer no Departamento, exatamente? - perguntou Hermione, um pouco ansiosa.
-Olha Mione se eu soubesse, juro que te contaria...Mas tem um problema: eu não sei.Preciso chegar lá pra descobrir.
-Harry, não seria melhor nós...Deixarmos pra depois?
-Olha Rony, você quem se ofereceu pra ir.Se quiser ficar eu entenderei perfeitamente...Não te julgarei nada...Aquele lugar realmente é horrível.Mas há coisas que não tem como explicar, eu preciso ir até lá, hoje.
-Está bem Harry, se você está tão decidido eu irei com você.E não vou fraquejar se é o que você acha que farei - disse um pouco ofendido.
-Nunca você vai me ouvir dizer que você é fraco, Rony.Você é o amigo mais leal que eu poderia sonhar em ter e agora, nesse momento, você está se provando meu amigo mais que nunca.- Harry não sabia ao certo por que estava dizendo isso.Só sabia que precisava dizer.Rony corou.
-Então, o que estamos esperando?- perguntou Gina descendo as escadas.
-Você - disse Hermione rindo.Ela parecia ansiosa.
-Vamos.Pó de Flu? - perguntou Harry.
-Com certeza - disse a Sra. Weasley aparecendo atrás de Gina - Harry, querido, eu...Acho que tenho que ir junto.Deixe-me ir.Apenas eu e o Arthur para...
-Não Sra. Weasley.Eu preciso fazer isso sou maior e nada pode ocorrer se eu fizer magia.Rony e Mione também são maiores.Se a Sra quiser proteger alguém - e disse isso como se pedisse, num sussurro inaudível - proteja Gina.
-Se eu pudesse!Ela não me perdoaria.- Gina pareceu perceber que se tratava dela pois fechou a cara - Mas Harry faça uma coisa: se algo acontecer, use esse espelho. - e deu a Harry um espelho exatamente como o que Sirius havia dado á ele dois anos antes.
-Está bem - disse Harry metendo o espelho no bolso e tendo certeza que não precisaria usá-lo - o sonho dele não era como antes: ele sabia que não era Voldemort quem o estava mandando para o Departamento de Mistérios.Entrando na lareira primeiro Harry, depois Gina, seguidos por Mione e depois Rony, todos disseram claramente: Ministério da Magia! E desapareceram nas chamas verdes.Assim que saiu das chamas Harry olhou ao redor: o ministério estava exatamente igual e a fonte, - que Harry não gostava muito - havia sido restaurada.Harry entrou no elevador e apertou o botão de número 9.Todos estavam um tanto silenciosos quando entraram na sala circular redonda com doze portas exatamente iguais á volta.Harry queria encontrar a sala que não abria: ele precisava saber como entrar nela.Então, Harry se lembrou: o canivete que Sirius dera a ele fora derretido naquela porta e ele não tinha como entrar sequer nas outras.Percebendo que Harry estava aflito Gina disse:
-Aqui Harry.Imaginei que você fosse esquecer - e entregou a ele o pacote que havia ido buscar no quarto: um canivete exatamente como o que Harry ganhara do padrinho, mas com uma ponta a mais estava dentro do embrulho.Percebendo o olhar para a ponta a mais, Gina disse:
-Essa ponta serve pra abrir qualquer porta...Qualquer uma, ainda que seja trancada pelo feitiço mais poderoso...
-Onde você conseguiu isso Gina? - Perguntou Harry, desconfiado.
-Não importa.O que importa é que eu consegui e pronto!Use-o!
-Com a estranha sensação que aquele canivete não era muito "legal", Harry enfiou-o na porta.Deparou - se com a sala dos cérebros ( Rony deu um leve gemido ao ver a sala que se tratava).
-Flagrate! - disse Mione, ao fecharem a porta.
Então Harry teve uma idéia: iria colocar primeiro a ponta que derreteria se fosse a porta que ele queria e, então, usaria a outra ponta pra abri-la de uma vez.Na quarta tentativa Harry encontrou a sala.E, com um frio na barriga, meteu o canivete com a ponta especial na fechadura: viu algo tão lindo como nunca havia visto em toda a sua vida e Rony, Mione e Gina pareceram sentir o mesmo pois fizeram barulhos que demonstrava admiração.
Capítulo 8: A Tocha Verde
Harry percebeu, quase instantaneamente que se encontrava numa sala redonda, escura, com velas que refulgiam uma luz verde clara, pendidas no teto. A sala mal iluminada dava um mau agouro a Harry, o qual estava ocupado demais observando atentamente o objeto que estava no alto de um pedestal que se encontrava no centro da sala. O pedestal tinha a altura do queixo de Harry, e apoiava uma enorme tocha, na qual queimava um fogo ardentemente verde, que espirrava faíscas a 3 metros de distância. Harry se sentiu extremamente atraído pelo objeto, que parecia emanar pura bondade. Ele achou que o objeto era de uma beleza inominável, e atraentemente soberba.
-Harry! Que é isso Harry? - Perguntou Gina, q estava com uma expressão estranhamente confusa no rosto.
-Acho...acho que era exatamente isso que procurávamos. - Respondeu Harry, sua curiosidade crescendo à medida que caminhava frente ao fogo esverdeado.
-Harry não! - Disse Hermione abruptamente. - Sei do que se trata. Me lembro de ter visto rumores disso num livro na biblioteca. "A tocha verde, objeto mais fantástico entre os muitos provavelmente escondidos a sete chaves no Departamento de Mistérios, é a maior força de pureza e bondade na Terra. Ela pode purificar a mais cruel das maldades e iluminar o mais escuro abismo. Seu fogo, queima a todos que em seu coração pertencer as Trevas, e fortalece aos quais o coração habita bondade divina." - recitou a garota, que parecia indiferente ao olhar dos outros, surpresos com a informação e com a capacidade exemplar de Mione guardar paginas quase ou completamente inteiras na memória. Porém Harry havia despertado uma frase na memória, recitada um dia por Alvo Dumbledore "O departamento de Mistérios possui uma porta que está sempre trancada. Dentro dela, há uma energia mais magnífica, mais perigosa do que todas que estão escondidas sobre suas paredes. Foi ela que o levou a derrotar Voldemort essa noite e o impediu de possuí-lo. É essa energia que você possui em excesso e que Voldemort simplesmente desconhece." Era sobre isso que Dumbledore falara a dois anos atrás, a Tocha Verde era essa energia magnífica, e Harry, internamente, precisava concordar.
- Mione - disse Harry, acordando de seus pensamentos - Você que já possui licença para aparatar, poderia chamar McGonagall aqui? Diga-a que é urgente, e trata-se de um objeto mencionado por Dumbledore.
- Tudo bem Harry. Eu posso ir, mas você também poderia. - disse a garota com olhar de zombaria.
- Por quê? Não prestei o teste de aparatação Hermione. Não posso aparatar. - disse o garoto desconfiado.
- Pode sim Harry. - começou Rony - O Ministério aboliu essas leis antigas, em visto ao desespero que grandes famílias que não podem aparatar, encontrariam se Voldemort cercasse suas casas.
- Ah...bem, mas mesmo assim - continuou Harry - Algum de nós precisaria ficar aqui para guardar o lugar. Funcionários não tardarão a chegar. Mas Mione, faça de tudo possível, mas convença McGonagall a vir até aqui.
- Tá ok Harry - disse a garota com certa curiosidade no rosto - Mas depois você vai nos explicar direitinho o que acontece ok!?
- Ok - disse Harry com um risinho entredentes.
Com um estalido alto de um tiro, Hermione desaparatara.
Bom, e agora esperamos né. - disse Harry, sentando se momentaneamente no altar onde se achava a Tocha Verde. Harry encarou a Tocha Verde por alguns minutos e pensava em sua utilidade. Poderia destruir Voldemort com aquela tocha. Poderia destruir com certeza, aquela criatura, cujo coração não habitava alguma bondade a décadas. Poderia solucionar seus problemas.
Não, pensou Harry. Não adiantaria destruir aquela parte da alma de voldemort. Teria de procurar, onde fosse, pelo mundo inteiro, seus Horcruxes. Cada pedaço miserável da alma daquele bruxo, que arruinara tantas famílias para poder destruir, de uma vez por todas o assassino de seus pais.
Capitulo 9: Achados e Perdidos
Harry não sabia quanto tempo ficou esperando hermione voltar com McGonagal, ele ficou imaginando o tamanho do poder que essa chama tinha e o quanto ele tinha subestimado essa força que Dumbledor sempre tinha dito que seria sua maior arma, e ali estava, brilhando acima de sua cabeça forte e imponente o poder que o salvaria junto com todos no mundo mágico.
Hemione finalmente aparatou ao lado de Harry:
--McGonagal não esta em Hogwarts, harry.
--Que? Harry se levantou rapidamente.
--Ninguém da Ordem sabe onde ela esta-Hermione tinha um olhar assustado e estava ofegando.
-- Harry, você não acha que.......você sabe quem...?-rony disse baixinho. Ele estva pálido e não era o único.
--Vamos voltar-harry falou mas não estava tão certo em deixar a tocha, mas pensou melhor e decidiu ir, afinal poderia encontra-la novamente.
Harry, Rony, Hermione e Gina aparataram nas proximidades da Toca, correram e em pouco tempo já estavam na cozinhas dos Weasleys.
--senhora Weasley, a prof McGonagal sumiu- Disse Hermione.
--sim querida eu já estou sabendo, Lupin e os outros foram procura-la.
--mas eu fui a todos os lugares que ela poderia esta..-- Hermione falou.
Os membros da Ordem tem pistas de onde ela poderia estar.O ministro também a esta procurando. Por hora não há nada que possamos fazer, esperaremos aqui por noticias.
---isso e coisa de Voldemort...falo Harry quando a Sra. Weasley saiu da cozinha
--Não podemos dizer isso. Dumbledor também sumia durante vários dias e ninguém conseguia acha-lo. Falou Gina
--Ah..mas e diferente certo? Rony falo
--é? Gina olhou com curiosidade para Harry.
--ah....
-- vao para cama todos-sra Weasley tinha voltado. Não há nada que vcs podem fazer ,todos já estam durmindo, amanha teremos noticias dela.
Capitulo 10: Quase vitoriosos
Harry encarou Rony, Mione e Gina como se dissesse que eles não podiam dormir sem saber onde estava a Profª McGonagall.Mione pareceu ter percebido pois disse:
-Sra. Weasley, nós não podemos dormir.A Sra sabe que nós agora somos maiores e podemos fazer parte da Ordem.É o que queremos e já provamos muitas vezes que é o que merecemos. - ela pareceu perder um pouco da coragem de terminar o que estava querendo dizer quando a Sra. Weasley a encarou com olhar de assombro - E...Bem...Nós queremos saber...Nós queremos ajudar...
-Eu tenho certeza que Dumbledore me deixaria ajudar! - disse Harry tentando ajudar a amiga - ele sabe que eu preciso de todas as informações e...
-Escutem aqui vocês dois!Eu sei que vocês querem ajudar a Ordem, mas vocês ainda são muito jovens e... - a Sra. Weasley não conseguiu completar a frase, pois Lupin aparatara naquele momento.
-Molly...Não encontramos a Minerva!Em local algum...
-Remo, vocês mandaram os mensageiros?
-Mandamos...Nenhuma resposta...Procuramos em todos os lugares possíveis e ainda assim ela não estava...O gato não voltou até nós tampouco... - Harry achou essa parte engraçada
-Mas Remo...
Nesse instante Harry viu uma coisa engraçada.Um gato com desenhos quadriculares pelo corpo entrou na Toca ronronando.Porém o gato tinha um jeito um tanto ríspido e mancava.Não parecia muito com um gato de verdade.De repente, sem ninguém avisar o gato virou uma mulher.Era a Profª McGonagall, mas ela não estava com os cabelos prendidos em um elegante coque como sempre...Ela estava um tanto descabelada e suas vestes estavam rasgadas em alguns locais.Apenas quando ela desabou no chão é que Lupin e a Sra. Weasley a perceberam:
-Minerva!!! - eles disseram juntos - O que aconteceu?
-Uma armadilha... - disse ela com a voz fraca - Eu...eu...
-Minerva, coma isso - Disse Lupin, oferecendo um pedaço de chocolate - Vai ajudar...Sempre ajuda...
-Remo eu quase fui pega... - e ela começou a chorar desesperadamente - Eu...eu...Não acredito...
-O que aconteceu Profª? - perguntou Harry que não agüentava mais se segurar em silêncio.
-Harry!Vá pra cama...Sem perguntas pra vocês...
-Não Molly, Potter deve ficar...Dumbledore me alertou que tudo que aconteça ele deve ficar sabendo e...
-Mas Minerva...
-Eu sei Molly, eu sei...Mas quem disse foi Dumbledore e devemos ouvi-lo...
-Ah!Está bem então!Gina...Pra cama! - Disse a Sra. Weasley que nem chamou Rony ou Hermione: ela sabia que Harry contaria tudo a eles de qualquer maneira.
-O que aconteceu Profª? - Perguntou Harry de novo
-Uma armadilha...Eu caí em uma armadilha Potter!Tentaram me matar!Tentaram me controlar sobre a Maldição Imperius!
"Eu estava em Hogwarts quando recebi uma carta. Na carta estava dizendo que um dos candidatos que eu havia selecionado para possíveis Prof° de Defesa Contra as Artes das Trevas havia aceitado o cargo. O candidato era um bruxo que você não conhece, pois ele mora na Albânia. Ele marcava, na carta, um encontro comigo no Beco Diagonal. Achei estranho, pois geralmente esses encontros são feitos em Hogsmead. No entanto, fui até o Beco Diagonal - Prof° de Defesa Contra as Artes das Trevas estão muito difíceis de se achar para ensinar em Hogwarts, portanto... Não quis desperdiçar a chance...então, quando cheguei ao Caldeirão Furado, havia uma armadilha. Uns cinco comensais da Morte estavam lá, disfarçados. Assim que eu entrei, eles me atacaram, e como o bar está muito vazio ultimamente, não havia muitos bruxos que pudessem me ajudar.Tive que lutar com a ajuda apenas do Tom, o garçom, mas ele é meio "burro" pra mágicas, não me lembro dele ter tirado muitos NOM´S satisfatórios...Mas enfim...Me machuquei e os Comensais tentaram me levar a força.A minha sorte é que pude aparatar, mas com a confusão não consegui me concentrar no local...Fui parar longe...Próxima da Transilvânia. Como não sabia mais ou menos a distância, não pude aparatar.Tive que descobrir onde eu estava pra poder voltar...então, me transformei e procurei algum bruxo nas proximidades.Tive que andar muito, acho que andei quase duas horas.Então, encontrei um bruxo que estava desgnomizando o jardim e contei minha situação.Ele me disse onde estávamos e até me ofereceu a lareira pra eu usar o pó de Flu, mas eu preferi aparatar...Nesses tempos é mais seguro.Então, aqui estou eu.Finalmente consegui chegar."
-Minerva!Venha, venha até aqui - disse a Sra. Weasley, conjurando uma cama - Deite-se.Acho que vou ligar pro St. Mungus pra pedir um médico pra te examinar e...
-Não é necessário Molly.Estou bem.Só precisarei ficar deitada uns dias.O meu vice-diretor tomará conta de Hogwarts pra mim enquanto isso.Mesmo que eu ache que deveria ficar na ala hospitalar pra o caso de...
-Minerva, não se atreva!Minha casa pode ser pequena mas você ficará aqui.Pode dormir no quarto de Percy, não tem ninguém lá.Fred e Jorge estão morando no Beco, Harry e Rony estão no quarto do Rony, Mione e Gina estão no quarto da Gina e Carlinhos está no quarto que era dos gêmeos.Não haverá problema algum.Você precisa que cuidem de você e aqui poderemos fazer isso.
-Está bem, Molly, mas acho que deveríamos informar ao Ministério e...
-Por falar em Ministério, como não identificaram feitiços no Caldeirão Furado?Feitiços de varinhas de bruxos das trevas!Esse ministério a cada dia está decaindo mais e... - a Sra. Weasley parou de falar.Lá fora, alguém batia na porta.
Cap 11: Disfarçado e Perigoso
Harry não sabia muito bem o porque estava tão aflito. Percebeu que suas pernas estavam bambas e, suas mãos, molhadas de suor frio.
- Molly, sou eu Arthur. Abra!
A Sra. Weasley ia se encaminhando para a porta quando Lupin a advertiu
- Molly, a confirmação!
-Ah sim, claro - disse Molly se encaminhando para a mesinha de cabeceira mais próxima.
- A o quê? - sussurrou Harry para Lupin.
- A pergunta que devemos fazer à quem bate à porta para nos certificarmos se é da Ordem. Hoje em dia nada mais é seguro.
- Só um instante. - Disse a Sra Weasley com as sobrancelhas em pé. - Arthur pode entrar em casa sem pedir. E por outro lado, ele me disse que voltaria bem mais tarde hoje. Plantão no Ministério.
Lupin virou a cabeça para a porta lentamente e perguntou:
- Arthur, qual sua maior ambição?
O clima na sala parecia muito tenso. A Sra Weasley havia arrastado a mao devagar até o bolso da veste emendada que usava e Harry sabia que estava prestes a pegar a varinha. Lupin estava pálido esperando a resposta, até que se ouviu do lado de fora da porta a voz do Sr Weasley:
- Trouxas!
A ação na sala parecia incrivelmente confusa, uma vez que a resposta estava correta. A Sra Weasley empalideceu tanto a ponto de parecer desmaiar. Lupin agarrara a varinha com força e a estendera para a porta.
-Que foi?-Perguntou Harry a Lupin.-A resposta não está...
-Não. Nós não somos tolos suficiente para nunca mudar as respostas.
Harry virou seu olhar a seus melhores amigos e viu que eles, junto com outros membros da Ordem estavam com varinhas na mão. A atitude mais cabível à situação lhe parecia pegar a varinha. E assim o fez.
-HArry, não mando em você, mas seria mais prudente vocês três escaparem e avisar aos outros do que ficar aqui.
-Não. Dumbledore confiou sua vida a mim. Não vou fugir...
- MOLLY! ABRA!
- Lupin virou a varinha com tal velocidade que Harry viu apenas a luz azul marinho batendo com estrondo na porta, seguido pelos seus passos corridos e juntando à agitação do restante.
O Sr Weasley estava parado do lado de fora, já com a varinha preparada para a situação. Ao seu lado aparataram 6 vultos negros, de varinhas prontas.
Harry foi direto ao 1º vulto preto e disparando o primeiro feitiço que lhe veio a cabeça.
- Petrificus Totalus!
Sua mágica funcionara. O comensal que estava prestes a atacar estacou no momento que abrira a boca e caiu revelando a aparência bizarra de Macnair.
- Socor...- a voz da Sra Weasley voou pelo ar quando Belatriz a derrubou com um feitiço em cheio no peito. Harry virou, e para seu alivio o feitiço q a atingira era vermelho, apenas um feitiço para desarmar.
-Estupefaça! - gritaram 4 vozes diferentes, fazendo quatro raios passarem a uma alta velocidade em direção a Belatriz, que ao receber o impacto dos feitiços, descreveu um arco gracioso no ar e desabou no chão.
Harry viu que seus amigos e Lupin o acompanharam na execução do feitiço da perda dos sentidos.
- Harry! Saia já daqui. AGORA!- berrou a Sra Weasley. - Sua segurança é mais importante que tudo no momento. Eu e os outros cuidamos disso. Volte ao departamento. Encontre a...
Mas no momento, ela calou-se. Um feitiço estuporante a acertara no peito e ela desabou sobre o frio chão da calçada da Toca.
-Mamãe! - Gritou Rony.
-Vamos gente. Vamos pro departamento agora. Há algo lá que ela quer que encontremos! - Gritou desesperada Hermione
- NÃO! - gritaram Rony e Harry juntos, mas Mione agarrou o braço dos dois e aparatou.
Capítulo 12: Avisando
Quando chegaram ao Ministério, Hermione caiu no chão, desacordada.Harry e Rony sentiram grande desespero, pois não sabiam o que fazer: a Toca estava sendo atacada por seis comensais da morte contra apenas Lupin e uma desacordada Sra. Weasley.Harry tentou pensar rápido, mas os neurônios pareciam se esconder devido á grande pressão.Rony começou a andar de um lado pro outro dizendo sem parar: "Mamãe está bem, nada vai acontecer com ela; Mamãe está bem, nada vai acontecer com ela..." foi então que Harry viu um copo em um canto.Pegou-o e disse "Aquamenti" e o copo se encheu.Harry jogou o copo no rosto de Hermione, tendo o cuidado de levanta-la para que ela não engasgasse.Assim que recebeu o jorro de água Hermione acordou e disse:
- O que aconteceu?Eu me lembro de ter desaparatado da Toca e...
- Mione, não temos tempo - disse Harry - acho que devido ao grande esforço pra aparatar com mais dois você fraquejou, mas isso não importa.Temos que entrar no ministério.
Ao dizer isso Harry entrou na cabine telefônica vermelha, puxando com ele Rony e Mione, ainda confusa.
-Bem vindos ao ministério da Magia. - disse a conhecida voz de mulher - Informe seu nome e o motivo da visita
-Harry Potter, Ronald Weasley e Hermione Granger.Viemos.
-Atrás da Tocha Verde! - disse Mione atrás de Harry ao ver que lhe faltavam palavras
Três crachás saíram do local onde geralmente se coloca ficha e eles pregaram ao peito, aflitos.Quando o elevador começou a descer, Harry sentiu aqueles conhecidos solavancos na boca do estômago e parecia estar prestes a vomitar.
-Mione, atrás da Tocha Verde?Mas...Mamãe nem sabe que ela existe!Não deu tempo de contar á ela! - disse Rony, aflito.
-Eu sei Rony, mas acontece que tínhamos pressa de entrar então eu disse a primeira coisa que me veio á cabeça! - disse Mione, um tanto desnorteada, um pouco antes de a voz feminina voltar a dizer: "Não se esqueçam de apresentar ás varinhas á mesa do segurança no átrio!Obrigada e boa tarde."
Harry, Rony e Mione saíram desabalados pelo elevador gritando á plenos pulmões:
"Ataque!Ataque de Comensais da Morte!Socorro!Alguém atacou á Toca!Precisamos de ajuda...Socorro!"
Assim que as palavras "Comensais da Morte e Toca" foram escutadas, alguns bruxos gritaram "Weasley!", e saíram correndo.Seis bruxos vieram ao encontro de Harry, um deles era Quim Shacklerbolt e foi ele quem falou:
-Harry, o que está acontecendo?
-Ataque Quim!Seis comensais atacaram á Toca!Agora, estavam lá quando nós aparatamos pra cá á uns cinco minutos...Acertaram a Sra. Weasley e estavam apenas ela e o Lupin lá...Eles precisam de ajuda...Me mandaram vir atrás da... - mas nesse momento Harry se calou: se não era a Tocha Verde, o que então eles vieram procurar no Ministério?
-Te mandaram atrás do que Harry?
-Da...Da...AJUDA!Alguém precisa aparatar lá imediatamente!Ou usem as lareiras, sei lá!Mas eles PRECISAM DE AJUDA!
-Está bem...Alguém vá buscar o Weasley! - assim que ele disse isso o Sr. Weasley apareceu como por mágica:
-Rony, você está bem?Oh!Como isso foi acontecer?E você Mione?Harry?Shacklerbolt, o que estamos esperando?Vamos LOGO! - e dez bruxos sumiram pelas lareiras do ministério.
Capítulo 13: O resgate da Tocha
Harry olhou á sua volta. Não havia nehum bruxo por perto.
- Gente, é melhor irmos logo buscar a tocha. Não acho que o ministério tardará a voltar...- disse harry.
- Espero que a mamãe esteja bem...
- Bem, acho melhor irmos então - disse Hermione
-É, vamos - respondeu Harry à amiga - Talvez devêssemos ir por...
- Mas Harry - começou Rony cortado-o - e se houverem mais bruxoslá em baixo? Quer dizer, - dizia rony com um sorriso sarcástico - eles com certeza não deixariam nós descermos até lá e ainda mias voltar com o objeto mais bem guardado deles..
- Eu sei Rony.. Mas achu muito pouco provável que aja algúem aqui ainda... mas se for preciso, podemos usar feitiços para disiludir, e, e estou com minha capa no bolso. dumbledore me aconselhou a ficar sempre com ela... Mas, chega de perder tempo.. vamos logo.
Os três seguiram caminho em direção ao Ministério, uma vez ou outra tendo que se esconder depressa para que nenhum bruxo os visse.Chgaram até o elevador, onde novamente apertaram o número 9. Enquanto desciam, pensamentos não paravam de ocorrer á cabeça de Harry, que estava um pouco nervoso. "E se formos pegos "roubando" a tocha? Será que nos prenderiam???" - "Será que o ministério já chegara à Toca? Como estarão Lupin e a Sra. Weasley??" - "Só tenho certeza de uma coisa" - pensou por final- "não posso arriscar a vida dos outros" - "preciso tomar o máximo de cuidado possível."
Finalmente, as portas se abriram e eles se viram novamente entrando na circular redonda com ás mesmas doze portas iguais. Harry não consegui se decidir em qual das duas estava a Tocha.
-Gente,eu não sei se a porta tocha é essa - disse ele apontando para a uma porta - ou essa - disse apontando a porta ao lado.
- Bom, vamos tentar as duas - falou Rony.
Harry caminhou lentamente até a primeira porta, e com o canivete que Gina havia lhe dado, abriu a primeira porta. Quando ela se abriu, Harry notou algo que não hyavia notado da última vez em que estiveram naquele lugar que dava arrepios. "não pode ser" - pensou Harry - "não, eu só posso estar vendo coisas".
- Harry, o que que você está fazend...
Harry entrara na sala, ali, bem na sua frante, estava o arco, o arco em que Sirius caíra dois anos antes. Harry sentiu uma pontada no peito, seguido de um solavanco estranho no estômago.
-Harry, disse hermione pondo-se ao seu lado - Harry, vamos. Não é bom você ficar relembrando essas coisas.
Harry demorou um momento para responder.. mas virou-se e disse:
-OK. É vamos... não quero ficar muito mais tempo nesse lugar.
Os dois foram andando depressa até o encontro de Rony, e Hermione, tomando o canivete de Harry, tornou a fechar a porta.
-é... bom.. vamos tentar a outra porta então? - perguntou Rony, tentado parecer tranqüilo.
Os três foram até a porta seguinte. Hermione, deu o canivete á Harry, que olhou para ela como quem pede ajuda , mas ela apenas fez um aceno positivo com a cabeça para encorajá-lo.
Harry destrancou a porta, e lá, encontrava-se a tocha. os três fitara-a por um momento e, lentamente foram até ela. Os três pegaram um de cada lado e ergueram -a ao mesmo tempo. harry via o fogo envolver suas mãos, mas não queimava-ás.
Seguiram pela sala, onde harry se virou para tornar a trancar a porta.
Mas Rony, que esava mais perto disse - Deixa comigo.- e trancou-a.
Entraram no elevador e subiram. Não havia nenhum bruxo por ali. Então, eles pararam na fonte, onde sentaram-se um pouco.
E Gina!!! Harry esquecemos da Gina!!!- exclamou Rony- com a correria pra vir pra cá esquecemos que a Gina ficou!
-Precisamos tentar nos comunicar com ela - disse Harry aflito- Mas como????
Seguiu-se um rápido silêncio.
-O espelho Harry!!!! Tente com o espelho!!! - Hermione disse de repente.
-É claro!!! Como não pensamos nisso??? Você é demais Mi...
-Concordo!!! - disse harry sorrindo.
-Obrigada gente.
Harry olhou para o espelho, e disse para ele "Gina Weasley!!!"
Por um istante, nada aconteceu, então Harry repetiu "Gina Weasley"!!! e o rosto de uma Gina um pouco pálida apareceu no espelho.
- Gente, como vocês estão?
-ótimos Gina.. e vocês???
-Bem, estão levando a mamãe pro hospital, mas parece que vai ficar tudo bem...
- Gina, interrompeu Hermione - o pessoal do ministério está aí ainda?
-Eles estão de saída.
- Ok.. não temos muito mais tempo até que eles voltem.. Depoid nos falamos Gina..
- Ok.. E tomem cuidado vocês três!!!
Harry guardou o espelho nas vestes, em um pensamento passou pea sua cabeça.
-Gente, não podemos levar a tocha pra Toca!!! é muito arriscado!!!
-Eu também acho Harry - continuou Rony - mas vamos levar pra onde? Hogwarts?
-Não, nem Hogwarts nem o ministério são seguros.
-E-eu tenho uma idéia, ma-mas acho que você principalmente Harry não aprovaria.
-Diga Hermione!!! Não temos mais tempo, temos que escolher um lugar, e tem que ser agora.
-Pra casa do Sirius!!! - disse ela finalmente - é segura ainda mais com o feitiço Fidélius. Acho que é a melhor opção.
Harry não se sentia muito bem em ter de novamente it à casa do padrinho. Ainda mais depois de ver aquele arco... mas havia um vozinha que dizia em sua cabeça "você sabe que é o mais apropriado.. é a melhor opção.." "Sirius não iria gostar de saber que você recusou".. e disse por fim.
-Ok. Pra casa do Sirius então.
Os três saíram noite adentro e aparataram junto à Tocha em direção à casa no Largo Grimmauld, número 12.
Capítulo 14: De volta ao Largo Grimmauld
Harry parou de chofre na porta, pensando em tudo que já lhe havia ocorrido.Sirius morara naquele lugar e odiava…Harry teve vontade, por um momento, de lançar uma maldição e destruir aquele lugar que só trazia lembranças ruins.
-Harry, vamos entrar?- perguntou Mione
-Sim, vamos Mione…só preciso achar o canivete e…Aqui está.
Harry enfiou o canivete na fechadura, e a porta se abriu com um estalo.(Eles saberem onde era o Largo Grimmauld talvez fosse o que fizera que o canivete servisse naquele local tão secreto e misterioso.)
Ao entrar no hall, Harry sentiu um ar gelado passar por sua espinha e arrepiar seus cabelos da nuca, não sabia como tivera coragem de entrar de novo naquele lugar.
-Vamos logo com isso Mione, eu odeio tudo aqui.
-É tudo seu Harry, tudo.Você tem que aprender a conviver com o seu passado.
Harry não acreditava no que estava ouvindo:
-Hermione, como você quer que eu aprenda a conviver com um passado como o meu?Eu odeio tudo que esse lugar me remete, odeio a minha vida, eu daria tudo pra ter que conviver com um passado como o seu.
-Sabe Harry, eu sei que seu passado é muito pior que o meu…E por isso eu te respeito sempre, mas Harry, você tem que conseguir olhar pra frente…O passado já foi, não tem como mudar…Agora, você assim como eu ou o Rony temos o mesmo destino…E temos que ser fortes…Eu também não gosto desse lugar mas temos que conseguir superar! – Harry notou que Hermione tinha lágrimas nos olhos e ficou sem palavras.
-Pessoal?Er…Vamos? – perguntou Rony meio desconcertado. – Não temos muito tempo pra conversar e…
-Vamos –disse Harry, decidido.
Os três subiram silenciosamente as escadas da mansão – não queriam acordar a Sra. Black.Harry olhava ao redor enquanto subiam até o quarto onde Sirius deixava, algum tempo atrás, Bicuço.Ao entrarem, deixaram a tocha em um canto e sentaram no chão.
-Então…vamos? – Arriscou Rony
-Acho que não…Lembram?Regulus Arcturulus Black!Vamos procurar, com certeza encontraremos algo aqui que nos ajude! – disse Harry
-Isso mesmo Harry, bem pensado.Mas temos que descobrir o que essa tocha faz…O que faremos?
-Rony, Mione, fiquem aqui e examinem a tocha: vejam todos os detalhes possíveis e imagináveis, eu irei atrás de pistas da horcrux. – e dizendo isso, Harry saiu do quarto com um toque leve da porta.
Capítulo 15: A Conexão Tardia
Após penosas pesquisas na Tocha e na residencia da antiga e "nobre" familia Black, o máximo que encontraram foi um simbolo em X na base do cálice da tocha, o qual ambos chegaram a conclusão que era um mero detalhe encravado no objeto. Harry teria que cumprir a promessa feita a McGonagall de voltar à escola dia 1º e estava ligeiramente curioso do motivo. Não lhe ocorrera como seria conversar com o Dumbledore em sua moldura fixa na parede do atual escritório da Professora McGonagall. Seria de modo agourento ver o rosto de Dumbledore, que em sua ultima visita se apresentava calmo e adormecido, agora acordado. Não saberia o que falar...sobre sua morte...será que o Dumbledore emoldurado conhecia sua morte? O assassinato do traidor em que ele insistia impor sua confiança...Esse pensamento ardia na garganta de Harry toda vez que perpassava sua mente, arrancando-lhe de maneira feroz e ardente sua boca do estomago. Harry se via perdido em pensamentos quando uma voz lhe trouxe à Terra subitamente.
-Harry, está me ouvindo? - Hermione se inclinara sobre ele, olhando-lhe nos olhos.
-Eu, sim, Hermione. Continue. - Eles estavam discutindo o que provavelmente Dumbledore lhe diria quando retornasse a Hogwarts no interior do quarto de Rony. Hermione possuia muitas teorias. Gina ao seu lado apenas analisava cada hipótese, aparentemente montando uma história com cada uma delas. Rony apenas parecia estar cochilando aos poucos até que Hermione lhe dera uma cotovelada na bacia, irritada pelo namorado não ouvir suas teorias.
- O assunto acabou Harry. Vamos ter autorização de visitar a Sra. Weasley hoje. Ela quer lhe falar antes de irmos à Hogwarts.
- Certo. - disse Harry, abaixando ligeiramente a voz. - E a Tocha....você verificou se ainda está no Largo Grimmauld? - Eles andavam revezando a cada período para visitar a Tocha e verificar sua segurança.
-Sim Harry...nao se moveu um milímetro.
- Ótimo. Rony, seu pai lhe falou como sua mãe está?
- Ele falou que a mamãe está se recuperando bem - informou Rony animado, porém ainda pálido. - Já está conseguindo falar, suponho, se que lhe dirigir a palavra.
- Ainda bem. Os comensais fugiram não. Ainda me pergunto porque. Estavam em vantagem.
- Acho que Lupin interviu - disse Gina subitamente. Todos a encararam. - Oras...Greyback estava lah não? Fiquei sabendo que Lupin ganhou a confiança de Greyback ao fingir atacar um criança trouxa nas redondezas. Ele pode ter persuadido Greyback a partir em retirada, não pode?
- É...- começou Hermione. - É, pode ter sido. Mas não sei se Greyback ficou muito satisfeito ao ver o prof Lupin na Toca, junto com membros da Toca. Espero que Lupin seja um bom Oclumente, pois irá precisar.
Eles se perderam em tantas teorias e histórias sobre o que a Sra Weasley realmente os mandara atras e sobre o que acontecera aos comensais que quase se atrasaram ao encontro com a Sra Weasley no Saint Mungus. O Sr Weasley conseguira 1 carro do ministério para levá-los e entraram com facilidade no hospital bruxo.
Após se dirigir à atendente, o Sr Wealey conseguiu permissão para cinco visitas à Sra Weasley, pois como Lupin não aparecera (o que parecia revigorar a teoria de Gina) eles se reduziram a cinco. Fred e George tinham trabalho a fazer com sua nova linha e Gui e Carlinhos tinham reuniões no Ministério. Percy, como sempre, não dera a cara.
O quarto da Sra Weasley pareceu a Harry um pouco mais confortavel do que o do Sr Weasley quando estivera ali. O Sr Weasley pareceu ter a mesma opinião.
- Que ótimo. Está bem acomodada então Molly - disse ele ao entrarem na enfermaria - Trocaram as decorações. Melhor assim.
- Mamãe - Gina correu aos braçõs da mãe que se estenderam para afagar o cabelo comprido de Gina. - Tive medo. Você está bem?
- Estou ótima. E voces? Arthur tem cuidado bem de voces? Tem se alimentado? - disse ela lançando um olhar ao marido ligeiramente severo.
-Estamos bem mamãe. - se dirigiu Rony - E você, tem previsão de alta?
Daqui uns dois dias ou três - disse ela bufando - Como se fosse necessário. Não aguento mais ficar deitada. Logo vão criar escaras! - Todos riram. Os ali presentes sabiam perfeitamente bem que a Sra Weasley não era mulher de ficar parada.
- Senhora Weasley - começou Harry
- Oh, sim Harry querido. - interrompeu-lhe a Sra Weasley. - Arthur, pode me deixar sozinha com as crianças um momento? Dumbledore pediu isso - terminou ela ao olhar surpreendido do marido, que saiu logo em seguida, fechando a porta com um pouquinho mais de barulho do que faria uma pessoa conformada.
- Harry querido. Dumbledore me pediu para avisar-lhes sobre um objeto que ele acredita que será de enorme ajuda na destruição das horcruxes. Sim, eu sei delas, embora mais ninguém na Ordem sabe. - disse ela ao olhar aterrorizado de Harry, Rony e Hermione. - Dumbledore me confiou lhe contar detalhes do objeto a vocês e assim farei.
-Sra Weasley. Esse objeto não seria a Tocha Verde, seria? - A Sra Weasley pareceu ter levado um choque e vacilou no olhar serio.
-Como, quando...voces...descobriram...a Tocha é o objeto mais guardado...Harry!
- Descobrimos ela meio que por acaso Sra Wealey. Mas continue por favor - disse Harry com um sorriso enviesado.
-A Tocha é o objeto mais estudado por todos os inomináveis Harry, e há uma razão. É o objeto mais poderoso que existe no mundo. Está repleto de amor.
-Amor? - perguntaram Harry, Hermione, Rony e Gina.
-Sim. Amor. E formado essencialmente pela chama ardente do amor no coração de uma linhagem de sangue Harry. O sangue da linhagem Potter.
-QUE?!?! - Harry se surpreendeu com a própria voz que saíra alta e esganiçada. Meu pai...
-Sim. Quando ele estava na Ordem ele depositou uma parte de seu coração na Tocha e a lacrou. Mas o que importa Harry, é que ela eh a essencia que qualquer fragmento de alma de um ser tão infestado de maldade como Voldemort não suporta. E apenas você Harry pode depositar algo na Tocha, pois ela possui seu sangue. Seria o modo mais prático de destruir as Horcruxes. Você tem alguma pista de onde estajem as restantes?
-Sim. Creio que quem roubou a horcrux da caverna foi o Irmão do Sirius, o Régulos.
-Quem? - perguntou a Sra Weasley, um pouco confusa. - O idiota do Régulos jamais faria isso. Lembro me quando ele desistiu de ser um comensal e foi no Largo Grimmauld, aparentemente procurar ajuda. Sirius e contou sobre o ocorrido durante suas aulas. Ele foi encontrado fuçando as estantes da casa, aparentemente roubando objetos de valor para vender e subordinar os Comensais. Tolo. Comensais da Morte não se preocupam com galeões...
-ESPERE! - Hermione praticamente gritou - Lembra do medalhão que retiramos da casa do Sirius durante a limpeza Harry!
- É verdade! - Rony apareceu com um olhar infantil de uma criança que recebera um ovo de páscoa exageradamente grande - Aquele camaféu pesado Harry!
Harry não se mecheu nem falou. Não acreditava que havia visto o objeto antes e não havia notado. Havia uma horcrux escondida embaixo do nariz deles. Mas eles haviam se desfeito da horcrux. Onde estaria agora?
-Harry! - Gina agora se levantava, sobre os olhos da Sra Weasley qe abrira a boca com horro diante da iluminação da situação que Hermione proporcionou. - Mundungo furtou suas coisas ano passado! Ele pode ter pego o camaféu e escondido!
-Ele está em Londres. - disse Harry agitado. Irei...
-Não Harry - agora era a vez da Sra Weasley se impor. - Amanha voce verá Dumbledore e lhe perguntará sobre o fato. Agora o mais importante: Não haja instintivamente. É perigoso. E não conte sobre os horcruxes a mais nenhum outro membro da Ordem. Dumbledore prefereria.
Conformado, Harry se sentou pensando. Poderia ter salvo a pele de Dumbledore se associasse os medalhões. Poderia ter poupado uma vida...